quarta-feira, 30 de setembro de 2020

FÁBULA DA CORRUPÇÃO

 A Fábula da Corrupção

(INTRODUÇÃO)

“Num tempo de engano universal,

dizer a verdade é um ato revolucionário”

(George Orwell)

O texto abaixo, chamado, A Fábula da Corrupção, é a transcrição de um curta de oito minutos, nascido de uma campanha contra a corrupção, lançada pela Controladoria Geral da União (CGU), em parceria com a UNODC (United Nations Office on Drugs and Crime - Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime). O vídeo, destinado ao público infantil, é uma maneira fácil de falar de corrupção para esse público. E, por ser destinado o público infantil, tem uma visão romantizada sobre o assunto. No fim tudo acaba bem, sem contudo fugir àquilo a que uma fábula se propõe, qual seja, deixar uma lição de moral: o bem e honestidade são sempre o melhor meio para se viver em harmonia.

Também, como em toda fábula, os animais, metaforicamente, representam os desejos, vícios e virtudes, dramas e tragédias do universo humano. Ela nos conta que a corrupção não nasce grande, ao contrário, como uma erva daninha, ela nasce pequena, originada de pequenas atitudes, que vão minando o campo ético e moral do indivíduo ao ponto de ele realizar dentro de seu universo interior uma total subversão de valores.

É importante ressaltarmos, principalmente para as crianças, que os grandes corruptos que hoje envergonham nossa nação, não nasceram corruptos, mas foram se tornando um deles ao longo do tempo. Devargazinho, seus valores morais foram minando, até que ele submergisse no lodaçal da corrupção. Foram pequenos desvios de comportamento aqui e ali, à vezes até em coisas pequenas, que os levaram a praticar grandes furtos aos cofres das instituições públicas e privadas.

É interessante perceber ao longo da fábula, como um ambiente que era harmonioso, passa a ser desarmonioso, e como apenas um indivíduo mal intencionado pode desestruturar toda uma comunidade, toda uma nação, ao influenciar negativamente, os seus habitantes. Assim também como toda a corrupção passiva ou ativa é um grande erro, assim também o é a omissão, pois quem omite, ainda que indiretamente, participa daquele circulo vicioso. Na fábula em questão, a omissão vem do jumento, que tudo vê e sabe, mas silencia, e, apenas ao final, depois do estrago feito, é que ele redimiu-se desse pecado.

É recomendável assistir ao vídeo, após ler esse texto, e, melhor ainda, assistir junto com as crianças, uma vez que a narrativa simples e dinâmica ajuda a prender a atenção delas.


A Fábula da Corrupção

(HISTÓRIA)

João era um bom homem, e um honesto comerciante. E, na estrada onde vivia, passavam muitos viajantes.

Tirava o seu sustento de um pequeno mercadinho, e com esse negócio prosperava devagarinho. João era dono de um cão, bom companheiro, e que afugentava qualquer ladrão. Também tinha um gato, muito esperto e ótimo caçador de ratos. Mas mesmo com a vigilância do gato de João, sempre sumia um pedaço de queijo, ou um naco de pão.

Apesar da harmonia entre todos os moradores, nada podia evitar os pequenos furtos dos roedores. Ah, e já ia me esquecendo do jumento que servia de montaria, quando João buscava mantimentos. Antes de cada viagem, João sempre pedia que o cão e o gato cuidassem daquela humilde moradia, pois todos eles sabiam que dependiam do armazém. E os bichos prometiam que ficaria tudo bem.

Um dia caiu de uma carroça, um ratão que vinha da cidade, e se juntou aos outros ratos, sem fazer amizade. Foi logo reclamando da pouca comida, e dizendo que a toca era fria e fedida. Os ratos botaram a culpa no gato miserável, por não terem mais comida, nem uma toca confortável. Eles acharam que aquele ratão forasteiro sabia das coisas por conhecer o mundo inteiro, mas o ratão mentia pra parecer importante. Ele só conhecia os esgotos da cidade grande.

O ratão tinha um truque que chamava de “jeitinho”. Disse que, com ele, conseguia tudo rapidinho. Então, saiu da toca e foi conversar com o gato. Todos ficaram admirados com a bravura daquele ato. Até o gato ficou surpreso quando viu o ratão, que chamou o felino pra perto, fazendo um gesto com a mão. O gato, desconfiado, quis saber a intenção do bicho. O ratão, na orelha do gato, falou, num cochicho: “Você cuida de uma comida que não é sua, seu tonto. Então porque não fazemos um acordo, e pronto”.

O ratão voltou com muita comida pra dentro da toca. Os ratos comeram tudo, antes de saberem qual foi a troca. Depois da festa, o ratão disse qual era o trato. Eles teriam mais comida, sempre que desse um ratinho ao gato. É o preço, disse o ratão. E se seguiu uma enorme discussão. Um dos ratos ficou muito bravo e disse que não aceitava aquele conchavo. Não era justo, não era ético. Não era direito. Pro seu azar, só ele pensava daquele jeito. Foi jogado porta afora e, rapidamente, engolido.

Assim, o acordo entre as partes foi cumprido. O chefe dos ratos agora era o ratão. Pois foi dele a ideia da combinação. O gato ficou orgulhoso da sua malandragem. E foi até a casa do cão pra contar vantagem, mas o cão quis tirar proveito da situação, e propôs um acordo pra não contar nada pro patrão. Ele estava cansado de sempre comer choriço, e achava que merecia mais pelo seus serviços. Como nunca entrava na casa, só vigiava do lado de fora, mandou o gato trazer comida para ele a partir de agora. Só que pra isso, o gato teria que roubar do João e, pra não ser desmascarado, fez a vontade do cão.

Quando João voltou da sua jornada, não percebeu a nova rotina da bicharada. Os ratos iam até a dispensa pegar comida, sem preocupação. O gato ganhava um rato, e levava escondido o lanche do cão. João ficou espantado com a rapidez com acabaram os alimentos, e teve de ir até a cidade pegar mais mantimentos.

Enquanto isso, os ratos se mudaram para perto do fogão. E o gato passou a ganhar dois ratos no novo acordo com o ratão. O cão, quando soube, não quis ficar para trás, e pediu para aumentar sua parte um pouco mais. João não era muito inteligente, mas percebeu que tinha algo diferente. As mercadorias foram acabando, mesmo sem ter muita gente comprando. E toda vez que voltava de viagem, sempre tinha um erro na sua contagem. Por isso, ia a cidade mais vezes do que gostaria, e, levando menos dinheiro, trazia menos mercadoria.

Foi perdendo clientes por deixar o mercadinho fechado, ou quando estava aberto, o que queriam já tinha acabado. Quanto mais os ratos comiam, mais a toca esvaziava. O gato queria mais ratos, porque o combinado já não bastava. O cão, por sua vez, comia mais do que podia, e passou a desejar uma coisa que só aos homens pertencia. Chamou o gato e pediu, bem faceiro, o que nenhum animal queria: dinheiro.

 O gato não gostou daquilo, mas ficou com medo do cão, e passou a roubar o caixa, bem embaixo do nariz do João. O cão não sabia direito pra que o dinheiro servia. Então, ele enterrava tudo o que o gato trazia. João foi ficando mais pobre e desgostoso da vida. Perdeu noites de sono, mas não achava saída. Decidiu vender a casa, e pegar a estrada, conseguiu quitar as dívidas, hum, mas ficou sem nada.  Sem poder sustentar os bichos, abandonou o cão e o gato, que ficaram pra trás junto com o ratão, o último rato.  João subiu no jumento e seguiu viagem. Era o único bicho sem custo, pois só comia pastagem.

Os três, sem saber pra onde iam, ficaram ao relento. Mas o gato era o único que sentia algum arrependimento. O ratão partiu primeiro se embrenhando no mato. O cão lembrou do dinheiro e disse adeus ao gato. Com o que guardou, achou que não passaria fome ou frio. Só que quando chegou no esconderijo, o buraco estava vazio. Como não tinha dono, o cão foi pego pela carrocinha, e o gato aprendeu a dividir comida na casa de uma velhinha. O ratão, em outro armazém, foi botar em prática seu plano, mas encontrou um gato honesto, e virou almoço do bichano.

João abriu outro negócio, com novos animais de estimação. Como ele conseguiu dinheiro? O jumento tem uma explicação: na estrada, assim que partiram, o jumento falou baixinho que viu tudo o que os bichos aprontaram, mas não quis meter o focinho. Agora estava arrependido de ter ficado calado, e queria mostrar pro João, onde o dinheiro estava enterrado. Não era muito o que o cão escondeu, mas João não teve medo de começar de novo. Só teria mais cuidado da próxima vez, e aconselhava isso ao povo.

EXTRAÍDO DO BLOG COTIDIANOS

VÍDEO EXTRAÍDO DO CANAL CARTUNARIA

OBS: UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE PARA ABORDAR O CONTEXTO DA POLÍTICA E SUAS IMPLICAÇÕES, SEM NENHUMA INTENÇÃO DE DOUTRINAÇÃO, APENAS TRAZER A REFLEXÃO DOS CONCEITOS DA MORAL E ÉTICA.

PEGADAS NA AREIA


Uma noite eu tive um sonho.

Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e,

através do céu, passavam-se cenas da minha vida.


Para cada cena que se passava,

percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia;

um era meu e o outro, do Senhor.


Quando a última cena da minha vida passou diante de nós,

olhei para trás, para as pegadas na areia,

e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida,

havia apenas um par de pegadas na areia.


Notei também que isso aconteceu nos momentos 

mais difíceis e angustiosos do meu viver. 

Isso entristeceu-me deveras, e perguntei, então, ao Senhor:


"Senhor, Tu disseste-me que, uma vez que eu resolvera te seguir,

tu andarias sempre comigo em todo o caminho,

mas notei que, durante as maiores tribulações do meu viver,

havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas.


Não compreendo porque,

nas horas em que mais necessitava de ti,

Tu me deixaste".


O Senhor respondeu-me:

"Meu precioso filho. Eu amo-te e jamais te deixaria

nas horas da tua prova e do teu sofrimento:

Quando viste na areia apenas um par de pegadas,

foi exatamente aí que Eu te carreguei nos braços"


AUTOR: DESCONHECIDO


ANEXOS

(IMAGENS DE EMERSON FIALHO)



MÉTODO DAS CORES






MISSIONÁRIA KEILA ARAUJO

sábado, 12 de setembro de 2020

MENINO DO BARRIL

 O MENINO DO BARRIL


Lição daptada e desenhada pela Pastora Gabriela Pache de Fiúza.

NESTA HISTÓRIA TAMBÉM É APRESENTADO O LIVRO SEM PALAVRAS, ENTÃO NA MEDIA QUE VAI CONTANDO COLOQUE TAMBÉM AS CORES PARA APRESENTAR O PLANO EVANGELISTICO AOS PEQUENOS.

FIGURA 1

No centro de uma grande cidade, vivia um menino chamado Barnabé. Era pobre vivia sempre com fome e não sabia o que era ser amado por alguém. Seu pai e sua mãe haviam sido pessoas muito más e devido à vida que levavam foram cedo para a sepultura. O único lar que Barnabé conhecia foi um grande barril colocado atrás de uma das grandes lojas. Ele era conhecido como o menino do barril.

FIGURA 2

Durante o dia Barnabé vendia jornais nas ruas de mais movimento, conseguindo somente o dinheiro necessário para satisfazer parcialmente sua fome. Quando chegava a noite ia para o barril, encolhia-se sobre um velho casaco e tentava esquecer-se de que estava sozinho, com frio e com fome.

FIGURA 3

Era uma noite de inverno, quando vagava ao longe de uma rua sombria olhando os objetos colocados nas vitrines das lojas… Ouviu os suaves acordes de uma música. Acompanhando esse som, foi ter no edifício de uma loja que estava repleta de luz. Na janela ele viu estas palavras: “Missão Evangélica” Seja bem-vindos Pensando que tal vez estivesse quente lá dentro…

Abriu um pouco a porta e avistou e avistou uma senhora simpática em pé diante de um grande auditório cantando: Por mim morreu Jesus… Penetrou furtivamente através da porta e encontrou lugar no último banco. Logo em seguida um homem de olhar bondoso dirigiu-se para frente, falou as pessoas presentes e leu em voz alta num livro ao qual chamava: A preciosa palavra de Deus.

FOLHA PRETA

Disse-lhes que seus corações estavam cheios de pecado porque a Bíblia diz que… Barnabé ouviu e prestou atenção a tudo que ouviu. Ler a Bíblia em Romanos 3:23

(preta ou suja) (Falar do pecado)

O homem apresentou o caminho da salvação de modo tão simples e claro que no fim do trabalho quando fez o apelo, muitas pessoas vieram a frente desejosas de aceitar Jesus como seu Salvador. Entre esse grupo de pessoas despercebido por muitos, estava o pequeno Barnabé.

FIGURA 4

Acabado o culto o pastor  sentou com Barnabe. Explicou que a unica maneira de ter um coração branquinho era pedir para Jesus lavar o seu coração com o Seu sangue. Pois Jesus tinha morrido em nosso lugar, ele tinha pagado por todos os nosso pecados.

FOLHA VERMELHA (FALAR DO SANGUE DE JESUS)

Barnabé ficou emocionado com o amor de Jesus e também muito arrependido pelos seus pecados e então reconheceu que era pecador e quis que o maravilhoso Salvador tornasse o seu coração branco como a neve e o salvasse, pois assim ele iria viver no céu com Jesus.

FOLHA BRANCA

O coração de Barnabé ficou branquinho, todo limpinho. O pastor falou-lhe mais coisas a respeito de Jesus e Barnabé aceitou Jesus como seu único Salvador. Depois o homem lhe deu um pequeno evangelho de João e ele voltou para o barril. Daquele dia em diante, Barnabé foi um menino completamente diferente.

Seu coração agora brilhava, Barnabé abriu seu coraçãozinho, e, Cristo entrou.

Fazia com que todos com quem se encontrava vissem a luz de Jesus brilhar em seu coração. Barnabé agora tinha um novo coração, Jesus havia limpado todo seu coração.

FIGURA 5

Chegando o inverno, Barnabé tremia de frio porque não tinha roupas com que se aquecer. A noite no seu barril, sentia muito frio, e, finalmente adoeceu gravemente. Ficou tão mal que não podia sair do seu barril permanecendo lá deitado, sofrendo muito e soluçando.

Um dia um guarda passava por aquele beco, ouviu os soluços e chegando até o barril achou o doentizinho, tomou em seus braços e levou-o para o hospital de uma grande cidade, onde o levaram e deitaram-no em um leito macio entre lençóis e cobertores quentes.

FIGURA 6

Deram-lhe alimentos quentes e deliciosos e ficaram vigiando até que ele adormecesse. No dia seguinte quando os enfermeiros perguntaram se ele queria alguma coisa, pediu que lhe trouxessem uma bíblia e lessem qualquer coisa a respeito do Senhor Jesus, que morrera por ele. As enfermeiras que não eram salvas e não amava ao Senhor Jesus, não satisfizeram Barnabé. Quando o médico veio vê-lo já bem tarde, achou-o muito fraco e viu que não teria muitos dias de vida. Então o médico e as enfermeiras que já gostavam dele e sabiam que ele não viveria…

Então uma enfermeira tomou a mão de Barnabé e orou com ele, do jeito que podia, entregando essa situação a Jesus, pedindo para que a presença do Senhor enche-se aquele lugar. Barnabé que já era filho de Deus abriu um lindo sorriso, parecia que alguém estava falando com ele. A paz e o amor de Deus inundou aquele lugar, todos podiam sentir.

FIGURA 7

Barnabé morreu naquela noite, mas foi morar com aquele que pagou tudo por ele.

FOLHA AMARELA ( Falar do céu)

FIGURA 8

Encontrou também uma linda coroa que estava preparada para ele. Era a coroa da alma vencedora.

Barnabé tinha o seu nome escrito no “O Livro da Vida” porque confiara a sua vida a Jesus.

FIGURA 9

Lá ele viu ainda a brilhante Estrela da Manhã… – O Senhor Jesus, que com os seus braços abertos vinha para abraçá-lo e consolá-lo.

Barnabé nunca teria chegado ao céu se o bom pastor não houvesse procurado quando era cordeirinho e pecador, tornando seu coração branco como a neve.

(Fazer o apelo)


ONÉSIMO

 TEMPO DE MUDAR

Quem era Filemom? Filemom morava em Colosso, era cristão, rico e mantinha uma igreja em sua própria residência; como vemos em Filemom 1:2: “E à nossa amada Afia, e a Arquipo, nosso camarada, e à igreja que está em tua casa”

Ao observar a carta de Filemon, vemos o apóstolo Paulo e os dois personagens; Onésimo e Filemon, em uma fascinante história que se assemelha ao plano da salvação para a humanidade.

Quem foi Onésimo? Era o escravo de Filemom que havia furtado alguma coisa do seu senhor, e havia fugido para Roma; e lá se encontrou com Paulo e este o evangelizou e o batizou.

Vendo a necessidade de corrigir o mal que Onésimo havia feito, Paulo o enviou de volta a Filemon, pedindo que este recebesse o seu escravo e o perdoasse.

A carta de Paulo à Filemom pode ser considerada uma lição prática do perdão e restauração entre o pecador e Deus. Cada aspecto do perdão divino é visto no perdão que Paulo buscou para Onésimo.

A carta de Paulo à Filemon: Quando Paulo estava na prisão escreveu 4 cartas: Quais são as cartas? Efésios, Colossenses, Filipenses e Filemom

Filemom era um homem rico, fato que o permitia ter escravos. Naquela época era normal um homem rico ter escravos, e Filemom tinha os seus.

Um dos escravos de Filemom chamava-se Onésimo, e ele fugiu da casa de Filemon e conheceu Paulo, provavelmente na prisão em Roma. 

Lá Onésimo foi evangelizado e batizado por ele, como vemos no seguinte verso: “Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões.” Filemom 1:10. Como Onésimo tinha recebido as bases espirituais na casa do seu senhor, assim que chegou em Roma, logo procurou se agrupar com os cristãos de lá. E Paulo o evangelizou, e Onésimo foi batizado.

Filemon era amigo e filho na fé, de Paulo. Quando Paulo soube que Onésimo havia fugido da casa de um amigo, teve a iniciativa de tornar o assunto conhecido à Filemom, e solicitar o recebimento com amor e perdão para o escravo, e sugeriu até a sua libertação, como vemos: 

“Não já como servo; antes, mais do que servo, como irmão amado, particularmente de mim, e quanto mais de ti, assim na carne como no Senhor? Assim, pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo.” Filemom 1:16 e17

Qual tinha sido o pecado do escravo Onésimo? Onésimo havia roubado algo da casa do seu senhor, mas Paulo responsabilizou-se pelo homem: “E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta. Eu, Paulo, de minha própria mão o escrevi; eu o pagarei, para te não dizer que ainda mesmo a ti próprio a mim te deves.” Filemom 1:18-19

Paulo era realmente amigo de Filemon, pois nele confiava, como vemos a seguir: “Escrevi-te confiado na tua obediência, sabendo que ainda farás mais do que digo. E juntamente prepara-me também pousada, porque espero que pelas vossas orações vos hei-de ser concedido.” Filemom 1:21-22. E Paulo era também uma grande autoridade eclesiástica que Filemom respeitava muito.

Qual era a pena para um escravo fugitivo? Era a morte. Paulo intercedeu pela vida do escravo Onésimo.

Qual é o significado do nome Onésimo?  Significa útil, e Paulo diz a Filemon que ele era inútil, mas que, depois da sua conversão havia se tornado  útil para o evangelho.

Quatro pontos para serem considerados neste episódio:

1) Onésimo tinha uma situação de pecador – Ele era ladrão, devedor, e merecia a morte ao ser encontrado. Em relação à lei vigente, poderia se dizer que ele era um pecador, ou um criminoso digno de morte.

“O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar.” Filemom 1:11

“E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” Filemom 1:18

Mas; e nós, o que somos? “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” Romanos 3:23

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 6:23

“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer.” Romanos 3:10

2) Paulo intercedeu pelo escravo – Da mesma maneira Jesus Cristo intercede pelo pecador arrependido, por intermédio do Espírito Santo.

Paulo, além de apresentar a salvação eterna, concedeu ao Onésimo o livramento da morte, através de uma intercessão direta ao senhor de Onésimo, oferecendo seu próprio nome como garantia, como vemos no seguinte texto: “Assim, pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo. E, se te fez algum dano, ou te deve alguma coisa, põe isso à minha conta.” Filemom 1:17-18

Jesus é o nosso intercessor, e podemos nos apresentar a Deus através do Seu nome. Ele paga nossas dívidas e nos redime. “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5:8

“Visto que temos um grande sumo-sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo-sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Hebreus 4:14-16.

3) Onésimo fugiu do seu senhor - Há muitos por aí fugindo do Senhor Deus, de conhecê-Lo, de andar com Ele. De obedecê-Lo. Mas ao passar por dificuldades, ficam envergonhados de voltar. Mas Deus sempre inicia o resgate. Em defesa de Onésimo estava Paulo para socorrê-lo. Bastou o erro ser admitido para Paulo auxiliá-lo. A história de Onésimo somente retrata um homem carnal que fugiu do seu Senhor, mas encontrou um defensor no momento mais difícil de sua vida.

Infelizmente, a maioria das pessoas só lembra, e se abre para Cristo quando precisam de algum favor Dele. Quantos têm que chegar ao fundo do poço para entender o grande amor de Deus? Quantos fogem de Deus, largando tudo por uma pseudo liberdade?

Mas a boa notícia é que Jesus é nosso eterno defensor perante Deus; basta que o pecado e as falhas sejam confessados. É isso, Jesus veio para pagar nossa dívida, uma pendência pecaminosa que, como seres humanos, não teríamos condições de quitar; um débito espiritual. 

Nunca é tarde para se arrepender, para voltar para os caminhos do Senhor, para se abrir para um novo tempo de renovação espiritual.

Se você é um Onésimo, um fugitivo de Deus, volte, ainda há tempo, pois Jesus é o seu defensor incondicional.

4) Onésimo aceitou a salvação de forma incondicional: Onésimo se tornou um servo de Paulo e não um escravo. Ele foi mas um fiel ajudador.

“Juntamente com Onésimo, amado e fiel irmão, que é dos vossos; eles vos farão saber tudo o que por aqui se passa.” Colossenses 4:9

“O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar.” Filemom 1:11

Devemos nos tornar servos fiéis de Jesus Cristo, deixando de ser inúteis, e sendo muito úteis à Ele, pois ele nos comprou com o Seu sangue. Servir a Jesus é diferente de ser servido por ele. Muitos querem só receber de Cristo, mas o cristão fiel serve Àquele que nos livrou do império das trevas para o maravilhoso reino do Filho do Seu amor.

“Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” I Cor. 6:20.

Luís Carlos Fonseca

BLOG TEMAS BÍBLICOS

ANEXOS






VERSÍCULO


ATIVIDADES





ESTA É UMA POSTAGEM PARCIAL DA EBF MÁQUINA DO TEMPO DA EDITORA CULTURA CRISTÃ. PROCURE ADQUIRIR ESSE EXCELENTE MATERIAL. ESSA POSTAGEM TEM O PROPÓSITO DE DIVULGAÇÃO!

sábado, 5 de setembro de 2020

BÍBLIA LIVRO ESPECIAL

 BÍBLIA LIVRO ESPECIAL













ANEXOS






Extraído do DVD Amigo de Deus

Crianças Diante do Trono

OBS: BAIXE O SLIDE DO CÂNTICO

NA PÁGINA DOWNLOAD

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

CAIM E ABEL

CAIM E ABEL


Adão teve relações com Eva, sua mulher, e ela engravidou e deu à luz Caim. Disse ela: "Com o auxílio do Senhor tive um filho homem".

Voltou a dar à luz, desta vez a Abel, irmão dele. Abel tornou-se pastor de ovelhas, e Caim, agricultor.

Passado algum tempo, Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor.

Abel, por sua vez, trouxe as partes gordas das primeiras crias do seu rebanho. O Senhor aceitou com agrado Abel e sua oferta, mas não aceitou Caim e sua oferta. Por isso Caim se enfureceu e o seu rosto se transtornou.

O Senhor disse a Caim: "Por que você está furioso? Por que se transtornou o seu rosto?

Se você fizer o bem, não será aceito? Mas se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo".

Disse, porém, Caim a seu irmão Abel: "Vamos para o campo". Quando estavam lá, Caim atacou seu irmão Abel e o matou.

Então o Senhor perguntou a Caim: "Onde está seu irmão Abel? " Respondeu ele: "Não sei; sou eu o responsável por meu irmão? "

Disse o Senhor: "O que foi que você fez? Escute! Da terra o sangue do seu irmão está clamando.

Agora amaldiçoado é você pela terra, que abriu a boca para receber da sua mão o sangue do seu irmão.

Quando você cultivar a terra, esta não lhe dará mais da sua força. Você será um fugitivo errante pelo mundo". Disse Caim ao Senhor: "Meu castigo é maior do que posso suportar.

Hoje me expulsas desta terra, e terei que me esconder da tua face; serei um fugitivo errante pelo mundo, e qualquer que me encontrar me matará".

Mas o Senhor lhe respondeu: "Não será assim; se alguém matar Caim, sofrerá sete vezes a vingança". E o Senhor colocou em Caim um sinal, para que ninguém que viesse a encontrá-lo o matasse.

Então Caim afastou-se da presença do Senhor e foi viver na terra de Node, a leste do Éden.

Gênesis 4:1-16


ANEXOS





REFLEXÃO

MINISTRAÇÃO COM LUIZ SAYÃO

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