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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Daniel na Cova dos Leões


Vamos ler uma história hoje?
Pode ser a história de Daniel na cova dos leões?
Boa! Onde fica?
Fica no capítulo 6 do livro de Daniel


No ano de 539 a.C. Ciro, rei dos persas conquistou a Babilônia e se torna um império mundial. Poucos anos depois Dario toma o trono e com ele o império Persa atinge seu apogeu. Dario dividiu seu vasto império para ser governado por 120 sátrapas que prestavam contas a 3 supervisores. Daniel era um deles três.


Ora, Daniel se destacou entre os governadores tanto, que o rei planejava colocá-lo à frente do governo de todo o império. Os sátrapas ficaram com inveja e procuraram motivos para acusar Daniel,. procuraram achar defeitos em sua administração mas, Daniel era fiel, honesto, dedicado e competente.


Por não acharem nada do que acusar Daniel, estes homens ambiciosos tramaram uma armadilha. Chegaram a conclusão que a única coisa que podiam atacar era a lei do Deus dele - diferente de todos os demais. Finalmente foram a presença do rei Dario para apresentar uma proposta ardilosa.


-Viva, ó rei Dario, viva para sempre! Todos os supervisores reais, os sátrapas e os conselheiros concordaram em que o rei deve emitir um decreto ordenando honra máxima ao rei. Todo aquele que nos próximos 30 dias adorar a qualquer outro deus ou homem, seja atirado na cova dos leões.


Agora, ó rei Dario, assine este decreto, para que seja emitido, divulgado e cumprido. Que seja uma lei digna dos medos-persas que é certa e não volta atrás. O rei ficou envaidecido, gostou da honra que os seus súditos lhe prestariam e, sem pensar muito, assinou e selou a nova lei.


Uma cópia da lei foi para Daniel, que ficou estarrecido e muito preocupado. Daniel foi para sua casa e na janela que a pontava na direção de Jerusalém, começou a orar e a chorar em alta voz. Era seu costume de fazer isto todos os dias, três vezes ao dia, mas desta vez as lágrimas jorraram copiosamente.


Os sátrapas foram lá ver se Daniel estava diante da janela orando ao seu Deus e foram logo contar a "novidade" ao rei. Foi aí, que o rei caiu em si e percebeu a cilada em que caiu. Queria por tudo salvar o servo fiel, mas a lei, por princípio medo-persa, não podia voltar atrás. O grande rei Dario ficou pequeno.


Então o rei deu ordens para trazerem Daniel para ser jogado aos leões. O rei olhou nos olhos de Daniel e falou: - Preciso cumprir a lei. Que o seu Deus, a quem você serve tão fielmente, o livre! Levaram Daniel à cova e em seguida fecharam a entrada com uma grande pedra.


Fez-se um silêncio. Sem dizer uma palavra a comitiva voltou ao palácio. Lá dentro da cova Daniel sentou numa pedra e orava a Deus. Parece que os leões, embora famintos, nem perceberam sua presença... por enquanto... Daniel nem ousava abrir seus olhos e orava sem cessar.


De volta ao seu palácio, o rei ficou muito triste. Não conseguiu dormir, nem comer e beber... só pensava na maldade que fizeram com Daniel. Ainda de madrugada, quando o sol estava por nascer, foi correndo para a cova dos leões ver como Daniel estava.


De longe já gritava: - Daniel, meu bom Daniel, o seu Deus conseguiu livrá-lo dos leões? Conseguiu? Daniel respondeu: - Ó rei Dario, viva para sempre! O meu Deus enviou o seu anjo que fechou a boca dos leões! Louvado seja o altíssimo! Os leões não me fizeram mal algum, assim como eu também não lhes fiz.


O rei muito se alegrou. Mandou logo que tirassem Daniel dali. Assim que ele saiu, todos quiseram ver o que tinha acontecido a Daniel e viram que não havia sinal de luta nem ferimentos. Daniel havia confiado em seu Deus. Todos ficaram impressionados, mas o rei, não cabia em si de tão contente.


Imediatamente, chamou seus oficiais e deu uma nova ordem: - Tragam os conselheiros e sátrapas que acusaram Daniel e joguem na cova dos leões. E assim se fez. Ouviu-se muitos ruídos dos leões vorazes, que os atacaram e despedaçaram todos os seus ossos.


Em seguida, chamou seus conselheiros e promulgou uma nova lei, que fora escrito em todas as línguas do seu reino: - Que me todos os meus domínios do império, os homens temam o Deus de Daniel, pois ele é o Deus vivo e seu domínio jamais acabará! Ele livra e salva. Adorem o altíssimo!


Dá o que pensar,né?
Sim, dá o que pensar.
A,manhã tem mais!



Anexo


ARCO - Arte e Comunicação | Mig e Meg
(55) - 41 3027-4402 / 11 2626-4402
(55) - 41 3272-3103 / 21 3005-4402

Você pode baixar essa e outras histórias
em slides ( Power Point) acesse:


                


(*Postado com Permissão)

Quero agradecer de coração a Editora Arco, pela permissão da postagem e pela liberalidade de uso gratuito das histórias em slides. Que Deus os faça prosperar. Essa é uma empresa que sonha e realiza! E a VC ministro de crianças que já utilizou esse material, procure adquiri-lo incentivando a continuidade desse trabalho, vc pode utiliza-lo na evangelização e como premiação! Não esqueça que são muitos os profissionais envolvidos para confecção desse material e o custo advindo dele é real. Vamos colaborar. Segue a sugestão e obrigado a todos!

sábado, 30 de junho de 2012

Prisioneiros na Babilônia

A preparação de Daniel na Babilônia
Daniel 1.1-21
1 No terceiro ano de Jeoaquim como rei de Judá, o rei Nabucodonosor, da Babilônia, atacou Jerusalém, e os seus soldados cercaram a cidade. 2 Deus deixou que Nabucodonosor conquistasse a cidade e também que pegasse alguns objetos de valor que estavam no Templo. Nabucodonosor levou esses objetos para a Babilônia e mandou colocá-los no templo do seu deus, na sala do tesouro. 3 O rei Nabucodonosor chamou Aspenaz, o chefe dos serviços do palácio, e mandou que escolhesse entre os prisioneiros israelitas alguns jovens da família do rei e também das famílias nobres. 4 "Todos eles deviam ter boa aparência e não ter nenhum defeito físico; deviam ser inteligentes, instruídos e ser capazes de servir no palácio. E precisariam aprender a língua e estudar os escritos dos babilônios."


5 O rei mandou também que os jovens israelitas recebessem todos os dias a mesma comida e o mesmo vinho que ele, o rei, comia e bebia. Depois de três anos de preparo, esses jovens deviam começar o seu serviço no palácio. 6 Entre os que foram escolhidos estavam Daniel, Ananias, Misael e Azarias, todos da tribo de Judá. 7 Aspenaz lhes deu outros nomes, isto é, Beltessazar, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego.


8 "Daniel resolveu que não iria ficar impuro por comer a comida e beber o vinho que o rei dava; por isso, foi pedir a Aspenaz que o ajudasse a cumprir o que havia resolvido." 9 Deus fez com que Aspenaz fosse bondoso com Daniel e tivesse boa vontade para com ele. 10 Mas Aspenaz tinha medo do rei e por isso disse a Daniel: —Foi o rei, o meu senhor, quem resolveu o que vocês devem comer e beber. Se ele notar que vocês estão menos fortes e sadios do que os outros jovens, ele será capaz de me matar, e vocês serão os culpados. 11 Aí Daniel foi falar com o guarda a quem Aspenaz havia encarregado de cuidar dele, de Ananias, de Misael e de Azarias. Daniel disse a ele: 12 —Quero pedir que o senhor faça uma experiência com a gente. Durante dez dias, dê-nos somente legumes para comer e água para beber. 13 No fim dos dez dias, faça uma comparação entre nós e os jovens que comem a comida do rei. Então, dependendo de como estivermos, o senhor fará com a gente o que quiser. 14 O guarda concordou e durante dez dias fez a experiência com eles. 15 Passados os dez dias, os quatro jovens israelitas estavam mais sadios e mais fortes do que os jovens que comiam a comida do rei. 16 Aí o guarda tirou a comida e o vinho que deviam ser servidos aos quatro jovens e só lhes dava legumes para comer.


17 Deus deu aos quatro jovens um conhecimento profundo dos escritos e das ciências dos babilônios, mas a Daniel deu também o dom de explicar visões e sonhos. 18 No fim dos três anos de preparo que o rei Nabucodonosor tinha marcado, Aspenaz levou todos os jovens até a presença do rei. 19 Este falou com eles, e entre todos não havia quem se comparasse com Daniel, Ananias, Misael e Azarias. Por isso, ficaram trabalhando no palácio.


20 Todas as vezes que o rei fazia perguntas a respeito de qualquer assunto que exigisse inteligência ou conhecimento, descobria que os quatro eram dez vezes mais inteligentes do que todos os sábios e adivinhos de toda a Babilônia. 21 E Daniel ficou no palácio real até o ano em que o rei Ciro começou a governar a Babilônia.

Anexos

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Daniel

Daniel 6.1-28
Daniel na cova dos leões

1 O rei Dario resolveu dividir o país em cento e vinte províncias e escolher cento e vinte homens para governá-las. 2 A fim de que tudo corresse bem, e não houvesse prejuízo, o rei nomeou três ministros para controlarem os cento e vinte governadores. Um desses ministros era Daniel, 3 e ele mostrou logo que era mais competente do que os outros ministros e governadores. Ele tinha tanta capacidade, que o rei pensou em colocá-lo como a mais alta autoridade do reino.


4 Aí os outros ministros e os governadores procuraram achar um motivo para acusar Daniel de ser mau administrador, mas não encontraram. Daniel era honesto e direito, e ninguém podia acusá-lo de ter feito qualquer coisa errada. 5 Então eles disseram uns aos outros: —Nunca encontraremos motivo para acusar Daniel, a não ser que seja alguma coisa que tenha a ver com a religião dele. 6 Então foram todos juntos falar com o rei e disseram: —Que o rei Dario viva para sempre! 7 Todos nós que ocupamos posições de autoridade no reino, isto é, os ministros, os governadores, os prefeitos e as outras autoridades, nos reunimos e concordamos em pedir ao senhor que dê uma ordem que não poderá ser desobedecida. Ordene que durante trinta dias todos façam os seus pedidos somente ao senhor. Se durante esse tempo alguém fizer um pedido a qualquer deus ou a qualquer outro homem, essa pessoa será jogada na cova dos leões.


8 Portanto, ó rei, dê a ordem e a assine a fim de que não possa ser anulada. De acordo com a lei dos medos e dos persas, essa ordem não poderá ser anulada.  9 "O rei concordou; assinou a ordem e mandou que fosse publicada." 10 Quando Daniel soube que o rei tinha assinado a ordem, voltou para casa. No andar de cima havia um quarto com janelas que davam para Jerusalém. Daniel abriu as janelas, ajoelhou-se e orou, dando graças ao seu Deus. Ele costumava fazer isso três vezes por dia.


11 Os inimigos de Daniel foram juntos até a casa dele e o encontraram orando ao seu Deus. 12 Então foram procurar o rei a fim de falar com ele a respeito da ordem. Eles disseram: —Ó rei, o senhor assinou uma ordem que proíbe que durante trinta dias se façam pedidos a qualquer deus ou a qualquer outro homem, a não ser ao senhor. E a ordem diz também que quem desobedecer será jogado na cova dos leões. Não é verdade? O rei respondeu: —É verdade, e a ordem deve ser obedecida. De acordo com a lei dos medos e dos persas, ela não pode ser anulada. 13 Aí eles disseram ao rei: —Mas Daniel, um dos prisioneiros que vieram da terra de Judá, não respeita o senhor, nem se importa com a ordem, pois ora ao Deus dele três vezes por dia. 


14 Ao ouvir isso, o rei ficou muito triste e resolveu salvar Daniel. Até o pôr-do-sol daquele dia, ele fez tudo o que pôde para salvá-lo. 15 Os inimigos de Daniel foram falar de novo com o rei e disseram: —O senhor sabe muito bem que, de acordo com a lei dos medos e dos persas, nenhuma ordem ou lei assinada pelo rei pode ser anulada.


16 Então o rei mandou que trouxessem Daniel e o jogassem na cova dos leões. E o rei disse a Daniel: —Espero que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, o salve. 17 Trouxeram uma pedra e com ela taparam a boca da cova. O rei selou a pedra com o seu próprio anel e com o anel das altas autoridades do reino, para que, mesmo no caso de Daniel, a lei fosse cumprida ao pé da letra.


18 O rei voltou para o palácio, mas não comeu nada, nem se divertiu como de costume. E naquela noite não pôde dormir. 19 De manhã, cedinho, ele se levantou e foi depressa até a cova dos leões.


20 Ali, com voz muito triste, ele disse: —Daniel, servo do Deus vivo! Será que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, conseguiu salvá-lo dos leões? 21 Daniel respondeu: —Que o rei viva para sempre! 22 O meu Deus mandou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Pois Deus sabe que não fiz nada contra ele. E também não cometi nenhum crime contra o senhor.


23 O rei, muito alegre, mandou que tirassem Daniel da cova. Assim ele foi tirado, e viram que nenhum mal havia acontecido com ele, pois havia confiado em Deus. 24 Em seguida, o rei mandou que trouxessem os homens que tinham acusado Daniel. Todos eles, junto com as suas mulheres e os seus filhos, foram jogados na cova. E, antes mesmo de chegarem ao fundo, os leões os atacaram e os despedaçaram.


25 Então o rei Dario escreveu uma carta para os povos de todas as nações, raças e línguas do mundo. A carta dizia o seguinte: “Felicidade e paz para todos! 26 "Eu ordeno que todas as pessoas do meu reino respeitem e honrem o Deus que Daniel adora. Pois ele é o Deus vivo, que vive para sempre. O seu reino nunca será destruído; o seu poder nunca terá fim." 27 "Ele socorre e salva; no céu e na terra, ele faz milagres e maravilhas. Foi ele quem salvou Daniel, livrando-o das garras dos leões. ” "28 E Daniel continuou a ser uma alta autoridade no governo durante o reinado de Dario e depois durante o reinado de Ciro, da Pérsia.

Desenho Animado

Midinho - Graça Filmes

Desenhos Bíblicos - Focus/Ciranda Cultural

Anexos






terça-feira, 15 de novembro de 2011

Daniel na Cova dos Leões


































Ler: Daniel 6
Versículo para DECORAR: "Pois não há outro Deus que possa salvar como este". Daniel 3:29b.

APLICAÇÃO: mostrar que Deus é poderoso, por isso podemos confiar nEle em qualquer situação.

Desenvolvimento
Já fazia muito tempo que Daniel morava em Babilônia. Nabucodonosor tinha morrido e outro rei governava no seu lugar; ele se chamava Dario. Daniel continuava trabalhando no palácio, era um dos homens mais importantes da Babilônia.
Alguns ajudantes do rei tinham inveja de Daniel, porque era inteligente e o rei gostava muito dele. Eles estavam procurando um motivo para fazer mal a Daniel. Então disseram ao rei: " ó rei, ordene que durante trinta dias todos façam os seus pedidos somente ao senhor", e o rei aceitou.
Todos daquele dia em diante só podiam fazer pedidos ao rei Dario, não podia nem orar a Deus. Quem desobedecesse seria jogado na cova dos leões.
Daniel tinha o costume de falar com Deus três vezes ao dia, na janela de sua casa. Ele gostava de falar com Deus e fazer seus pedidos. E agora, o que será que ele vai fazer: vai orar escondido, vai parar de orar ou vai continuar orando na janela? Ah, Daniel amava muito a Deus e ele continuou a fazer oração do mesmo jeito que fazia antes.
Os ajudantes do rei foram espiar se Daniel continuava orando a Deus. Chegando lá, viram que Daniel não obedeceu às ordens do rei. então, eles o pegaram e levaram à presença do rei, que, apesar de ser muito amigo de Daniel, teve de cumprir sua palavra, mandando-o para a cova dos leões. O próprio rei disse a Daniel: " que o teu Deus te salve". Naquela noite o rei não conseguiu dormir, tão triste que estava por causa de seu amigo.
Logo de manhã, Dario foi até a cova dos leões para ver o que havia acontecido com Daniel. O que vocês acham que aconteceu? Dario disse assim: "Daniel, servo do Deus vivo! Será que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, conseguiu salvá-lo dos leões?" Ele esperava ouvir a voz de Daniel... E de repente “ele escutou...” Que o rei viva para sempre!" Daniel estava lá, inteiro, sem nenhuma mordida ou arranhão. Deus mandou um anjo, que fechou a boca dos leões para que não o ferissem. Daniel não tinha culpa de nada, por isso não merecia morrer. O rei, muito alegre, mandou que tirassem Daniel de lá, e nenhum mal aconteceu.

Conclusão
O que diz o versículo de hoje? "Pois não há outro Deus que possa salvar com este". Nosso Deus é poderoso, protege os Seus filhos e pode fazer qualquer coisa. Se sabemos que o nosso Deus é tão poderoso assim, devemos confiar nEle em qualquer situação. Mas, se você ficar com medo de alguma coisa, fale com Deus sobre isso.


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