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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Flávio Kopitar


Hoje, após o período de festa de final de ano e as férias de Janeiro, estava visitando alguns sites e fui até a loja virtual da 'Tia Helenita' e me deparei com essa triste notícia.

Flávio Kopitar ... nossa eterna gratidão!


Com o coração partido pela dor, informamos o falecimento de nosso criador e administrador, Flávio Kopitar, no dia 16 de dezembro de 2013, em Olímpia, SP. 

Ele foi um homem de visão, de realização, um sonhador que não se contentava em apenas sonhar. Trabalhava incansavelmente para que sonhos se tornassem realidade. 

Seus 46 anos de vida foram dedicados ao trabalho de Deus e à sua família. Trabalhou, ainda na juventude, em empresas ligadas à Igreja Adventista do Sétimo Dia (casa Publicadora Brasileira e Está Escrito). Posteriormente criou sua própria empresa de programação visual NEXT e, nas últimas décadas, dedicou-se à criação e desenvolvimento da Empresa Tia Helenita - Histórias Infantis.

Era amante do estudo. Tinha formação em Administração de Empresas, especialização em Marketing pela ESPM, SP, e Mestrado em Mercado de Energia – FEM-DE pela UNICAMP. 

Foi professor na Associação de Ensino de Itapetininga (A.E.I.) e atualmente lecionava na Escola Técnica Estadual de Olímpia (ETEC). 

Seu amor por compartilhar conhecimento, tornaram-no um professor conceituado, mas também um amigo de centenas de jovens que participavam de suas aulas. 

Flávio foi um filho dedicado a cuidar de seus pais, um irmão conselheiro e orientador, um esposo e pai que jamais colocou seus próprios interesses antes dos da família que tanto amava. 

Em seu coração ardia a determinação de jamais cansar-se de ensinar a Palavra de Deus e ensinar às pessoas a necessidade de entregar a vida a Cristo. 

A maioria das sementes que ele espalhou somente serão conhecidas em sua totalidade no Céu. As muitas crianças que foram e serão alcançadas com as histórias produzidas por seu trabalho certamente serão apresentadas a ele um dia no Céu pelo próprio Jesus, que tanto ama os pequeninos. 

Nossa empresa está de luto pela tristeza da separação momentânea; mas, enquanto este soldado de Deus descansa agora no pó da terra, nós, os que ficamos, continuaremos trabalhando incansavelmente para realizar os sonhos que ele alimentou com tanto carinho em seu coração. 

Que Deus nos conceda a alegria de estarmos em breve todos juntos reunidos por ocasião da volta de Jesus quando, finalmente, jamais nos separaremos outra vez! Preparemo-nos para esse grandioso dia! 

Ao Flávio, nossa eterna gratidão por termos feito parte de sua vida. Nosso compromisso agora é continuar seus nobres projetos! 

Sinceramente Proprietários e Funcionários de 
Tia Helenita Histórias Infantis.

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Faço minha as palavras deles, e que Deus abençoe e conforte essa família! E somos gratos por toda dedicação e amor a obra de Deus!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aborto


Aborto - Legalizar
ou criminalizar

A expressão “aborto” se caracteriza pela morte do embrião ou feto, que pode ser espontânea ou provocada. Anomalias cromossômicas, infecções, choques mecânicos, fatores emocionais, intoxicação química acidental, dentre outros, podem ser considerados como sendo exemplos desse primeiro caso, que ocorre em aproximadamente 25% das gravidezes. Ele é caracterizado pelo término da gestação de menos de 20 semanas, sendo o sangramento vaginal um forte indício de sua ocorrência. Mais de 50% dessas situações diz respeito a alterações genéticas no embrião.

Abortos provocados consistem na interrupção intencional da gestação. Quanto a isso, acredita-se que ocorram aproximadamente 50 milhões desse tipo de caso em todo o mundo, sendo a Romênia a campeã em número de abortos por habitantes.

Nas clínicas, os métodos mais empregados são a sucção, dilatação, curetagem e injeção salina, sendo esta considerada uma prática segura, desde que seja feita nas primeiras semanas de gestação, e praticada por equipe qualificada. Como pesquisas recentes sugerem que fetos são capazes de sentir dor, embora bem menos intensa a partir da décima sétima semana de vida, estuda-se a possibilidade de aplicação de anestesias em fetos dessa idade em diante.

Em nosso país, exceto em casos de estupro, ou quando a mãe corre risco de vida (aborto sentimental, moral ou piedoso; e aborto terapêutico, respectivamente), este ato é proibido por lei. Existe, entretanto, uma situação em que o aborto pode ser concedido legalmente, sendo relativo à gestação de feto com graves e irreversíveis anomalias físicas ou mentais, como anencefalia; desde que haja o consentimento do pai, e atestado de pelo menos dois médicos.

Apesar da reconhecida ilegalidade de outras práticas além das citadas, é sabido que muitas mulheres recorrem ao aborto utilizando-se de métodos caseiros; ou mesmo por atendimento em clínicas clandestinas. Deste ato, um número considerável destas sofre complicações, como hemorragias, infecções, perfurações abdominais, podendo desencadear em infertilidade, ou mesmo óbito (é uma das maiores causas de mortalidade materna); sendo por isso reconhecido como um problema sério de saúde pública.

Discussões sobre essa temática são, geralmente, polêmicas, já que é um assunto complexo e delicado. Argumentos como a interrupção da vida de um ser inocente frente à irresponsabilidade de sua genitora de um lado, versus a integridade do filho e da própria mãe diante de uma maternidade não desejada, são sempre pontuados.

Opiniões pessoais à parte, é fato que a educação sexual e a promoção de atendimento médico mais acessível, incluindo aí o acompanhamento familiar e psicológico, podem ser capazes de contornar consideravelmente essa questão.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Fonte: Brasil Escola

Presidenta Dilma sanciona lei

O projeto de lei 03/2013, aprovado no último dia 04 de julho de 2013, e que permite a “profilaxia da gravidez” para casos de estupro foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff (PT) na tarde desta quinta-feira.

Na data da votação, o projeto passou despercebido pela bancada evangélica por usar termos técnicos. Houve polêmica pois os parlamentares interpretam que a “profilaxia da gravidez” é uma forma de aborto. Na prática, a medida transformará em lei o fornecimento da popular “pílula do dia seguinte” por parte do governo a mulheres que tenham sido vítimas de abusos sexuais.

A presidente Dilma seguiu aconselhamento dos departamentos técnicos do governo, que recomendaram a sanção. O Ministério da Saúde já recomendava o uso da “pílula do dia seguinte” nos casos de estupro, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.

Outra justificativa do governo é que a sanção da lei apenas regulamentará uma prática já usual nos hospitais, e que, a distribuição do medicamento tem garantido a redução de mortes de mulheres que, por terem sido abusadas, recorriam a abortos ilegais.

Apesar do pedido de entidades religiosas para que o projeto fosse vetado, a cúpula do governo Dilma, incluindo os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Secretária-Geral, Gilberto Carvalho, decidiu que a presidente não poderia vetar trechos de uma lei que havia sido aprovada por unanimidade pelos parlamentares.

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP), um dos parlamentares que mais se opuseram ao PLC 03/2013 após a divulgação dos detalhes, afirmou à época que “a gravidez não pode tratada como uma patologia. Muito menos o bebê gerado ser comparado a uma doença ou algo nocivo”.

As bancadas evangélica e católica se juntaram para pedir, em vão, o veto da presidente ao projeto. O deputado Paulo Freire (PR-SP), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, esperava que a junção de quase 200 deputados fosse suficiente para fazer com que Dilma cedesse e vetasse o “projeto absurdo”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel Mais
Fonte: Gospel +

Assista os vídeos a seguir

Debate: Programa da Gazeta 'Em Questão' - Participantes: Regina Beatriz Tavares da Silva - Com. Direito da Família do Inst. Advogados / SP; Irotilde Gonçalvez Pereira - Assist. Social do Hosp. Mun. Arthur Saboya; Márcia Tiburi - Filósofa e escritora







Opinião Pessoal

Esse é um assunto muito polêmico, considerando sua gravidade, e divisor de opiniões. Devemos conhecer a interpretação dada pelos vários setores da sociedade, inclusive os nãos cristãos. Existe um cunho social, cultural, político e religioso que embate a sua deliberação. Nesse momento devemos levar em consideração os problemas advindos da legalização do aborto, e os problemas sociais existentes por sua realização indiscriminada e ilegal. Como cristãos somos a favor da vida. Podemos e devemos declarar nossas convicções. Mas isso não impede que a sociedade tome medidas a favor da legalização do aborto. Caso isso ocorra, penso, o que a igreja tem feito em relação a isso para com seus membros! Nós sim devemos ser a parte consciente e equilibrada desse sistema, devemos dar o exemplo de uma boa conduta e de responsabilidade.

O cristão deve ter consciência de não se ter uma relação sexual, sem se precaver de uma gravidez indesejada, isso é irresponsabilidade. E caso a mulher cristã engravide, os genitores tem o dever de cuidar da criança, sem ações judiciais. Para a sociedade não cristã é comum, a relação sexual fora do casamento, em qualquer momento. E apesar das campanhas de uso de preservativos com o propósito de evitar a gravidez e DST’s, a ocorrência da mesma é enorme. Não é ensinada nenhuma moral de que: ‘não se relacione sexualmente, se não for possível naquele momento o uso de um preservativo’. Pelo contrário: ‘aproveite o momento e depois se verá o que se pode fazer, caso venha uma gravidez indesejada ou uma DST’.

O pecado tem suas consequências, e os legisladores tentam resolver isso a seu modo. Acredito que antes mesmo de protestarmos, devemos avaliar e analisar, o que temos feito ou como estão nossas igrejas. De nada adianta condenarmos ou julgarmos os outros, se dentro de nossos templos essa prática for comum, se nada for ensinado, se não houver exemplo, consciência e boa conduta. É possível que mulheres dentro da igreja engravidem, mas elas devem ter todo o apoio e amparo para não chegarem a esse ponto, o do aborto. Também quero dizer que não estou aqui para julgar as mulheres que realizaram esse procedimento. Peço apenas que Deus perdoe essas ações violentas contra o feto, e que a pessoa também se perdoe! E que haja cura e restauração para a alma ferida. E que muitas mulheres que passaram por esse procedimento possam testemunhar contra a legalização do aborto e sua instrumentalização. Que Deus nos guarde e nos dê sabedoria!

Veja A opinião dada
pela Da. Renata


Vídeo extraído do canal
Aborto Mata. Mais informações
sobre a Da. Renata acesse o link

terça-feira, 7 de maio de 2013

Dave Hunt



DAVE HUNT
"Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé" (2 Timóteo 4.7).

Depois de uma prolongada enfermidade, nosso querido amigo Dave Hunt finalmente alcançou seu alvo em 5 de abril de 2013. O versículo acima expressa apropriadamente sua vida e obra. Ele realmente combateu o bom combate. Dave defendeu corajosamente os princípios fundamentais da Sagrada Escritura. Foi uma luta marcada por muita oposição, mas ele concluiu o seu chamado. Os livros que escreveu continuarão testemunhando de sua fé inabalável em seu Senhor, que manteve até o final. Para Dave Hunt não há mais oposição, nem luta, nem lágrimas, nem sofrimento, nem decepções, e o tempo não mais existe.
Dave Hunt atuou como palestrante em vários congressos proféticos da Chamada da Meia-Noite no Brasil, para onde sempre veio acompanhado da sua esposa, Ruth. Os participantes recordam com gratidão os muitos ensinamentos bíblicos recebidos e os momentos de comunhão com o casal. Ele também falou em conferências da Chamada nos EUA e em Zurique, na Suíça.
Além dos livros de sua autoria em língua portuguesa, foram lançados muitos DVDs com suas palestras. Apesar de seu imenso conhecimento acumulado, ele agora experimenta pela primeira vez o cumprimento de 1 Coríntios 2.9:"Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam".

Devido a suas profundas pesquisas e sua experiência em áreas como profecias, misticismo oriental, fenômenos psíquicos, seitas e ocultismo, realizou muitas conferências nos EUA e em outros países. Também foi entrevistado frequentemente no rádio e na televisão. Começou a escrever em tempo integral após trabalhar por 20 anos como consultor em Administração e na direção de várias empresas. Dave Hunt escreveu mais de 20 livros, que foram traduzidos para dezenas de idiomas, com impressão total acima dos 4.000.000 de exemplares

Com este anúncio, expresso minha admiração e agradecimento ao legado espiritual e intelectual deixado por este servo de Deus. Li alguns de seus livros e os tive como inspirados e esclarecedores.




sexta-feira, 3 de maio de 2013

Fome na África

Fome matou 258 mil pessoas
na Somália (ONU)


A fome matou cerca de 260.000 somalis de outubro de 2010 a abril de 2012, a metade deles criança, durante uma grave crise alimentar, para a qual a resposta humanitária é insuficiente, denuncia um relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação publicado nesta quinta-feira.
"A fome e a grave insegurança alimentar na Somália foram responsáveis pela morte de cerca de 258.000 pessoas entre outubro de 2010 e abril de 2012, entre as quais 133.000 crianças menores de cinco anos", conclui este relatório da FAO e da Rede de Alerta contra a Fome (Fews-Net), financiada pela Agência Americana para o Desenvolvimento (USAID).
De acordo com esta primeira estimativa científica, "4,6% da população total e 10% das crianças menores de cinco anos morreram nas regiões sul e central da Somália".
Em Baixo Shabelle, Mogadíscio e Bay, as mais atingidas, a crise alimentar causou a morte de respectivamente 18%, 17% e 13% das crianças menores de cinco anos.
A fome causou "30.000 mortos por mês entre maio e agosto de 2011", indica o estudo.
A crise alimentar foi declarada em julho de 2011 nas duas regiões da Somália e, em seguida, no resto do país nos meses seguintes. A ONU anunciou estado de alerta de fome em fevereiro de 2012, advertindo que um terço da população somali ainda necessita de ajuda alimentar emergencial.
O número citado pelo estudo somam 290.000 mortos registrados durante o período de estudo, entre os quais os mortos no conflito da Somália.
Esta taxa de mortalidade é duas vezes maior do que a média na África Subsaariana.
O balanço de vítimas da fome é maior do que durante a crise alimentar de 1992 no país, que supostamente matou 220.000 pessoas em doze meses, embora "a crise anterior seja considerada mais grave, porque nela morreram um percentual maior da população".
Os resultados do estudo, dirigido pelo epidemiologista e um demógrafo, "indicam que o que tem acontecido na Somália é uma das piores crises de fome dos 25 anos", considerou Chris Hillbruner, conselheiro do Fews-Net, citado em um comunicado conjunto com a FAO.
Resposta humanitária tardia
A fome na Somália de 2011-2012 afetou cerca de quatro milhões de pessoas, ou metade da população somali.
Provocada principalmente por uma grave seca no Cifre da África, foi agravada pela catastrófica situação de insegurança no país, mergulhado no caos e na guerra civil desde a queda do presidente Siad Barre, em 1991.
"Os efeitos da seca foram agravados por diferentes fatores, incluindo a escassa ajuda humanitária e o aumento dos preços alimentícios", escreveram os autores do estudo. Também mencionam uma "crise alimentar prolongada somada ao conflito armado, catástrofes naturais e condições econômicas desfavoráveis".
Eles consideram "indiscutível que a resposta humanitária à fome foi tardia demais e que o acesso da ajuda às populações afetadas foi insuficiente, consequência da insegurança generalizada e restrições operacionais em várias agências de ajuda humanitária".
A Somália é disputada desde 1991 pelas milícias de clãs de senhores da guerra, grupos islâmicos e gangues criminosas.
Além dos milhões de refugiados somalis em países vizinhos, outro milhão se deslocou em todo o país.
A recente debandada militar dos islamitas Shebab e a eleição em setembro de novas autoridades trouxeram a esperança de estabilização para a Somália e a possibilidade de criação de um governo, inexistente há 22 anos.
Terça-feira, uma conferência internacional em Londres reunirá 50 países e organizações internacionais sobre a forma de ajudar a Somália a progredir.

Notícia dada pelo site YAHOO em 02/05/2013

Somália:fome matou 133 mil
crianças menores de 5 anos


AE - Agência Estado

Uma decisão tomada por extremistas islâmicos de proibir a entrega de ajuda alimentar à população civil e uma "banalização da crise" que anestesiou os doadores internacionais fizeram do centro-sul da Somália o lugar mais perigoso do mundo para ser criança em 2011.
O primeiro estudo profundo das mortes por fome na Somália em 2011, divulgado nesta quinta-feira, estima que 133 mil crianças com menos de cinco anos perderam a vida durante a crise. Em algumas comunidades, a taxa de mortalidade atingiu 20% da população infantil. O cálculo baseia-se em estimativa de que 6,5 milhões de pessoas viviam no centro-sul da Somália na época.
No mesmo período, 65 mil crianças morreram em todos os países industrializados juntos, comparou Chris Hillbruner, conselheiro de segurança alimentar da Fewsnet, uma entidade patrocinada pelo governo dos Estados Unidos.
"A escala de mortalidade infantil (na Somália) está realmente fora dos mapas", disse Hillbrunner em entrevista por telefone.
A Fewsnet realizou o estudo em conjunto com a Unidade de Análise de Nutrição e Segurança Alimentar - Somália.
"O mundo demorou demais em responder aos duros alertas de seca. A situação foi exacerbada pelo conflito na Somália. E essas pessoas pagaram com a vida. Essas mortes podiam e deviam ter sido evitadas", afirmou Senait Gebregziabher, diretor para a Somália da organização humanitária Oxfam.
O novo estudo estima em aproximadamente 260 mil o número total de mortos por causa da fome na Somália. A Associated Press divulgou a informação em primeira mão no início da semana com base em fontes que tiveram acesso ao documento.
Em março de 2011, a fome provocou a morte de mais de 13 mil pessoas na Somália, segundo o estudo. Em maio e junho, 30 mil pessoas morreram em cada mês, e pelo menos a metade delas era de crianças. Apesar disso, somente em julho daquele ano a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou formalmente que havia uma crise em andamento.
Na opinião de Hillbruner, essa demora se deu em parte por causa de uma "banalização" da crise.
"Acho que uma das questões mais importantes é que houve uma banalização da crise na região centro-sul da Somália. E acho que a comunidade internacional acostumou-se a nível de desnutrição e insegurança alimentar no sul da Somália que em outras partes do mundo seriam considerados inaceitáveis", declarou Hillbruner.
Na época, milhares de somalis caminharam por dezenas ou centenas de quilômetros até chegarem a campos de refugiados no Quênia, na Etiópia e em Mogadiscio. Muitas crianças e muitos idosos, porém, não resistiram à jornada e morreram pelo caminho. As rotas utilizadas por essas pessoas ficaram conhecidas como "estradas da morte". As informações são da Associated Press.



Existe um clamor desse pequeninos, e as autoridades não conseguem intervir, e quando o fazem  muitas das vezes o recurso humanitário é tardio. Não se pode ignorar.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Tia Helenita


Obrigado, Tia Helenita...

É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento da Sra. Helenita Portes, a nossa Tia Helenita, dia 26 de agosto de 2009. 

Nossa empresa escolheu seu nome como uma justa homenagem a esta mulher que foi idealizadora de um grande sonho: o de educar as crianças com imagens cativantes, ensinando valores eternos, e fez isto durante mais de 30 anos.

Em 2003, passou de diretora de produção da antiga empresa, para sócia-proprietária desta nova, a Tia Helenita Histórias Infantis, afastando-se em 2004 por problemas de saúde. Daí, continuou como conselheira e inesgotável fonte de pesquisa e preciosas informações.

Sempre tivemos na sua pessoa, inspiração para poder continuar com a missão de lançar novos produtos, inovar, surpreender e encantar as crianças com as cores e ilustrações que sempre ela exigia e fazia questão de obter, quer seja nos rudimentares processos de flanelógrafo, até com a moderna tecnologia que hoje faz parte da empresa, e ela contribuiu para implementar, juntamente com o professor e pastor Urias Chagas, um outro grande amigo.

Apesar de acertados marcas, patentes, royalties, seremos eternamente gratos pela presença e parceria que seus sábios conselhos nos conduziram, e continuaremos caminhando na mesma direção que ela sempre nos apontou. 

Desejamos que seus familiares possam ser consolados por Deus, que é a única esperança nesta difícil hora. 

A morte é uma surpresa ruim sempre, em qualquer situação, para qualquer pessoa. Inesperada. Inclemente. O ser humano não foi criado para morrer. Por isso a morte tem um gosto tão estranho, amargo. Deus nos criou para viver. E viver para sempre. Num lugar onde a doença jamais atacará ninguém. E a Tia Helenita sabia disso. Ela acreditava nisso. Ela guardava no coração a esperança inabalável de que um dia toda a tristeza desse mundo vai ter fim. E de que só haverá vida. Muita vida. Vida abundante. Eterna.

Deus oferece essa vida a quem quiser. Não essa vida curta, de 80 e poucos anos aqui na terra. Deus oferece uma vida que nunca acabará. Lá no céu. Junto com Ele.

Essa era a esperança da Tia Helenita. Essa é a nossa esperança. E um dia, logo, logo, Jesus vai voltar e a Tia Helenita vai ressuscitar. Junto com todos aqueles que amaram a Jesus e descansam no pó da terra. E todos juntos iremos com Ele morar no céu. O céu maravilhoso, como nas histórias de feltro que a Tia Helenita criava.

Seremos eternamente gratos à Deus pela oportunidade de ter tido a Tia Helenita em nossa vida. 

A equipe, composta do Paulo (Depto de produção), Eva (Desenvolvimento de novos produtos), Bárbara (Editora e Redatora), Flávio (Administrativo e Marketing) e mais 12 colaboradores na área de atendimento e produção, segue com os mesmos ideais por ela semeados!

Com muitas saudades, 
proprietários e funcionários da 
Tia Helenita Histórias Infantis.


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Sou grato por toda dedicação desta abnegada serva de Deus. Que de uma forma tão preciosa nos abençoou com seu trabalho e amor!

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