quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Jonas 1


Jonas era um profeta de Deus. Um dia Deus o chamou para ir a Nínive, pedir para que as pessoas deixassem de ser más.


Jonas, em vez de obedecer a Deus, resolveu fugir para um lugar bem distante. Em Jope pegou um navio que ia a Tarsis. Ele pensou que assim estaria bem longe da presença de Deus.


Estando Jonas ao mar, Deus lançou um forte vento e fez-se uma grande tempestade. O navio estava a ponto de afundar. Os marinheiros ficaram muitos assustados, começaram então a orar e jogar para dentro do mar tudo o que estava pesando no navio.


Em meio a tempestade o mestre do navio desceu até o porão e encontrou Jonas dormindo um sono profundo. Pediu, então, a Jonas que orasse para que não morressem.


Jonas confessou que a culpa era sua. Jonas pediu então para que o lançassem ao mar e este então se aquietaria. Assim foi feito. No mesmo instante em que Jonas foi lançado ao mar a tempestade parou.


Enquanto Jonas afundava, Deus enviou um grande peixe que o engoliu. Jonas permaneceu  três dias e três noites dentro do peixe. Dentro do epixe Jonas orou a Deus se arrependendo da fuga.


Deus ouviu o pedido e o grande peixe devolveu Jonas a terra. Jonas agora estava disposto a ir a Nínive cumprir o que Deus tinha pedido.


Em Nínive, Jonas pregou a todos para que as pessoas deixassem a maldade e se tornassem boas. Todos da cidade de Nínive se arrependeram e a cidade de Nínive não foi destruída.


Jonas compreendeu assim o grande amor de Deus para com as pessoas.


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(*Postado com Permissão)

Estudo Bíblico

Capítulo 1

V1 – Jonas, filho de Amitai. Este profeta viveu em Samaria durante o reinado de Jeroboão II (782-753 a.C.) quando Israel ainda não percebia que a Assíria estava prestes a destruí-la (Amós 7.10)
V2 – Nínive, capital do império Assírio (Gênesis 10.12), ao nordeste da Palestina. Jonas tinha que pregar contra seus pecados, que eram tão grandes que exigia a intervenção divina. Embora Deus veja tudo, a Bíblia trata que o pecado ‘subiu até Deus’.
V3 – Társis, provavelmente uma cidade que ficava no sul da Espanha, de onde os fenícios traziam o metal que ali se refinava., em troca de outras mercadorias. A fuga de Jonas tinha por finalidade, escapar de uma incumbência difícil, e, talvez, evitar a conversão e a preservação daquela nação que seria um ameaça a Israel. Jope era o porto marítimo mais acessível a Judá e Israel; de lá, Jonas pretendia ir ao lugar mais afastado de Nínive que lê conhecia.
V7 – Para lançar sortes, utilizavam-se pequenas pedras nas quais se escrevia alguma coisa, eram colocadas em um recipiente, sacudida juntas, para então se tirar uma delas, que seria a resposta certa. Há vários exemplos do lançar sortes na narrativa do Antigo Testamento: LV 16.8; Js 18.6; I Sm 14.42; Nm 10.34. Hoje não há mais necessidade de se lançar sortes, pois os crentes têm a Bíblia e o Espírito do Senhor para guiá-los.
V9 – A Bíblia fala de dois tipos de temor: 1) há o medo dos homens e das coisas, demonstrado pelos marinheiros no v 10; 2) há o temor do Senhor, que é a piedade, o respeito para com as coisas eternas, que traz contigo o ódio ao mal, Sl 19.9; Pv 1.7; 8.13. Este temor foi demonstrado por Jonas de uma maneira bem imperfeita, por causa de sua desobediência (v3) e seu descontentamento (4.10-11).
V12 – Jonas, a esta altura, já sabia que a sua desobediência era a causa do problema (v4 com Hb 12.6-11)
V14 – E não faças cair sobre nós este sangue. Os homens estavam pedindo a Deus que não os culpasse pela morte de Jonas, ao lançá-lo ao mar. Fizeste como te aprouve. Sl 115.3; 135.6.
V17 – Deus havia preparado um meio de restaurar Jonas à vida, e levá-lo a cumprir sua missão. Note que não era uma baleia, que é um mamífero com garganta pequena e sim um grande peixe. Este foi um dos milagres que sempre acompanham a interferência divina na história humana e das qual a mensagem Bíblica está repleta e foi mencionado pelo Senhor Jesus Cristo e por Ele interpretado (Mt 12.39-40).
Capítulo 2
Jonas estava certo que morreria nas profundezas do mar.
v7 – Eu me lembrei do Senhor. O desespero, seguido pela fé, numa situação tão difícil ajudou Jonas a ser treinado como missionário que ele era.
V8 – Abandonam aquele que lhes é misericordioso. Os idólatras e os desobedientes se afastam da fonte da misericórdia, que é o próprio Deus (Sl 16.11; 34.8; 36.9; Is 55.7).
V9 – O que votei pagarei. Jonas já reconhecia que a obediência, que conserva a comunhão com Deus vale muito mais do que a satisfação da vontade própria, da alegria da carne, que inevitavelmente leva à desgraça.
V10 – O peixe só restaurou Jonas a terra depois de em seu coração se ter restaurado o desejo de por em prática a sua vocação missionária. Agora estava em condições físicas e espirituais para ouvir a palavra do Senhor que lhe veio a segunda vez (3.1), uma palavra mansa que oferecia uma segunda oportunidade. Foi perdoado da desobediência, do passado, havendo então uma verdadeira submissão da parte de Jonas.
Capítulo 3
V3 - Três dias para percorrê-la. Aqui se refere à cidade de Nínive e os seus arredores, inclusive as cidades menores de Reobote-Ir, Calá e Resém, que na época do livro de Gênesis ainda se contavam separadas (Gn 10.11-12), a não ser que a expressão ‘ a grande cidade’ se refira ao distrito formado pelas quatro, um distrito de 50 a 100 km de diâmetro. Esta área incluía sítios e pastos, tanto dos ricos proprietários, como de utilidade pública.
V4 – Caminho dum dia. A viagem dos bairros a capital.
V5 - Creram em Deus. Em primeiro lugar, acreditaram no aviso que o profeta lhes trouxe, reconhecendo que seus caminhos não atendiam com uma vida digna diante de Deus e que mereciam a destruição. Era o passo fundamental da fé (Rm 10.17), assim como o arrependimento é o primeiro passo para a aceitação do evangelho (Mc 1.15). este arrependimento via-se entre os ninivitas nos símbolos externos de proclamar um jejum e se vestir de saco (vestimenta grosseira, pobre e desconfortável, feita de cabelos de cabrito ou de crina)
V6 – Rei de Nínive. Provavelmente Adad-nirari III, 810-783 a.C. que adorava um único  Deus, ou ainda podia ser Assurdã III, 771-754 a. C., durante cujo reinado houve duas pragas e uma eclipse total do sol. È claro que o Rei de Nínive também era imperador da Assíria. Assentou-se sobre cinzas. Sinal de profundo abatimento (Et 4.1; Jó 2.8). Uma das mensagens desse livro é que até os pagãos se deixam tocar pela pregação da palavra de Deus, e com arrependimento verdadeiro.
V7 – Seus grandes. As autoridades ao redor do trono, que representavam o rei perante o povo e o povo perante o rei.
V9 – Se arrependerá. Hebraico niham ‘ter dó’, ‘ter compaixão’, ‘arrepender-se’, ‘consolar-se’. Só o homem é quem peca e se arrepende depois do mal que fez; quando a palavra se aplica a Deus, quer dizer: bondosamente reter a punição que os homens mereciam, sendo-lhes gracioso.
Capítulo 4
V1 – Desgostou-se Jonas. Jonas preocupava-se com o fato de sua profecia não se ter cumprido, por causa do arrependimento dos ninivitas. Não sabia que há júbilo diante dos anjos de Deus por um único pecador que se arrepende (Lc 15.10).
V2 – Que Deus é misericordioso até para com os gentios, Jonas já havia entendido; o que estava fora da visão dele é que nada devia impedir que a mensagem do amor de Deus fosse pregada até os confins da terra, para que nada limitasse o alcance da graça divina.
V6 – Uma planta. Talvez fosse a mamoneira, que produz o óleo de rícino. Cresce rapidamente, tem folhas largas, mas também morre com facilidade, apesar de sua aparência de quase ser um arbusto.
V8 – Jonas aprendeu a dar valor a uma planta, mas ainda teve que entender que a compaixão de Deus se estende a todas as suas criaturas.
V11 – 120.000 pessoas sem diretrizes religiosas formam um objeto mais digno da compaixão do missionário, do que o conforto próprio.

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